Deprimente

Deprimente. Esta foi  apalavra mágica que a Merkel utilizou comentando a posição da Besta Americana no G7. Ela nasceu na ex-República Democrática Alemã, conheceu bem o nazismo e está atenta ao reaparecimento dessa gente na Europa do Leste e a fénix renascida na pobre Itália que nem o Vaticano a salva. Esperemos que a Europa compreenda que tem que – finalmente! – iniciar o caminho para termos Pátrias livres, independentes e progressistas.
DEPRIMENTE
O que se passa com o futebol e o Desporto em geral?
Atenção, a esquerda cometerá mais um erro gravíssimo de deixar esse mundo abandonado nas mãos da direita.
Basta pensar na péssima influência moral que as práticas de arrogância, prepotência e impunidade de alguns dirigente e praticantes têm sobre crianças e jovens.
Chega -se ao ponto desse assassino nazi Machado se candidatar à presidência da Juve Leo! Porquê? porque sabe que tem lá os apaniguados para votarem nele!
Desde há anos que se conhecem as infiltrações nazis em Inglaterra, Itália e Espanha nos campos de futebol para insultarem, cantarem hinos nazis e criar pancadaria. Faz parte da propaganda Hitleriana, foi assim que eles ganharam – criando o MEDO, atacando a paz e a tranquilidade. Também infiltram as polícias, exército e justiça.
Talvez o Sporting, que está na berra, tenha em mãos o princípio de um caminho: extinguir essa sinistra claque.
Não tenham dúvidas que iriam no sentido da opinião pública e- já que ninguém é capaz de tomar essa decisão e o governo deve achar que atacar o nazismo não é democrático, era uma bela bofetada contra esta cobardia ideológica. Deprimente

 

Opinião /Autor: Helder Costa /11 de Junho 2018

Hélder Costa frequentou a o Curso de Direito na Universidade de Coimbra, integrando o CITAC (Círculo de Inicição Teatral da Academia de Coimbra), foi presidente do Grupo Cénico de Direito, que recebeu menções honrosas no Festival Mundial de Teatro Universitário de Nancy- 1966/67; estudou no Institut d’Études Théatrales da Sorbonne e foi fundador do Teatro Operário de Paris, em 1970. Encenador e Director artístico do grupo A Barraca (Prémio UNESCO em 1992), tem encenado e dirigido espectáculos em Espanha, Brasil, Dinamarca e Moçambique. Tem participado em numerosas acções de formação, em congressos e festivais em muitos países da Europa, de África e da América Latina. É autor de uma vasta obra dramática.
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