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Templários foram pioneiros na certificação a distância via Skype

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Carlos Ribeiro Praça das Redes | EPALE| presente na sessão a convite da Coordenação do Centro Qualifica | 26 de Março de 2020 | editado

Uns minutos antes das 15h00, hora marcada para o início da sessão de júri com José Nunes, candidato a uma certificação de nível secundário através de um processo RVCC, já vários membros da Equipa do Centro Qualifica Templários (Tomar) trocavam entre eles mensagens preliminares e aferiam do bom funcionamento do Skype, a plataforma seleccionada para a comunicação prevista entre todos os participantes.

Júri

“Serão membros do júri de certificação do aluno José Manuel Nunes Casimiro Nunes os seguintes professores na qualidade de avaliadores: José Lopes (CLC) Margarida Manteiga (CP) e Carlos Ribeiro (STC) e eu, Mónica Silva Técnica que acompanhou este adulto que se propõe à certificação do nível secundário” foi assim que a pivot do encontro lançou as bases e os objectivos da sessão dirigindo-se, a partir da sua própria casa, ao painel de participantes na sessão que se encontravam em idêntica situação.

Apresentação

Os dados estavam lançados. A primeira experiência de realização de um júri de certificação numa sessão realizada totalmente a distância estava a ganhar corpo. Angelina Macedo, coordenadora da Equipa atenta, apoiava Mónica nesta fase de arranque. Os primeiros reparos, logo a seguir à entrada em cena de José Nunes que partilhou o ecrã e projectou uma Apresentação em Power Point,  não tardaram a aparecer: “Não vejo ninguém!”, “Continuas sem me ouvir?”, “Não tens imagem” e sucessivamente até que as afinações, finalmente, ficaram concluídas. Afinal de contas até foi rápido e tudo ficou a postos para ouvir o candidato que introduziu o tema do Tráfico de Seres Humanos.

Videos e outras ilustrações

José Nunes, que em termos profissionais está ligado à criminologia, apresentou a sua pesquisa sobre o assunto e divulgou vídeos e outras ilustrações que proporcionaram ao júri evidências de um domínio temático e de competências adquiridas no campo da sistematização de informação e de comunicação com terceiros.

Na sala virtual assistia-se a alguns movimentos de saída e de entrada, nem todas as questões logísticas estavam resolvidas. No entanto as funções de cada elemento do júri estavam bem definidas e foram eficazmente desempenhadas o que assegurou a habitual estabilidade do processo. A dinâmica final das perguntas e respostas foi curta e e não se prolongou excessivamente.

Certificação

“Só ficam os membros que vão certificar” foi esta a declaração de Mónica Silva que chamou à razão os presentes e indirectamente relembrou que a expectativa central da sessão não estava na utilização de meios tecnológicos mas antes na certificação propriamente dita do candidato.

Concluída a reunião júri propriamente dito foi anunciado que José Nunes obteve a certificação desejada e os momentos finais serviram para tecer elogios ao trabalho realizado e a enaltecer a qualidade da apresentação que José Nunes preparou com muita dedicação.

Foi positivo

Os momentos finais do encontro serviram ainda para comentar de forma muito informal os diversos pequenos incidentes ocorridos no plano logístico e para anunciar que as próximas experiências serão realizadas com outras plataformas como o Zoom e a Cisco Webex.

E os desabafos e as avaliações espontâneas continuaram mais uns minutos bem humorados, com alguém a recordar que desta vez não poderia haver o habitual petisco depois da realização do júri. Finalmente uma formadora adiantou “Não me interpretem mal. Para uma primeira experiência foi bom. Baby steps” e outro formador declarou a rematar “Como bom algarvio, direi que não correu mal”.

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