8 de Março, 2021

jornalismo cidadão

Rede de Repórteres sociais

Relatório final de sabática | Bibliografia BÁSICA (Clara Costa Oliveira)

Resumo

Este documento consiste no relatório de sabática de minha autoria, referente a 1 de Setembro de 2018 a 31 de Agosto de 2019, realizado na Universidade do Minho, enquanto docente do Instituto de Educação e investigadora do Centro de Estudos Huanísticos (CEHUM). O seu principal objectivo foi avaliar de que modo os ODS (Objectivos de Desenvolvimento Sustentado) da Agenda 2030 (ONU) foram explorados pelas teses de mestrado do Mestrado em Educação [não formal], na área de especialidade em Educação de Adultos e Intervenção Comunitária. Sendo um relatório de sabática, nele constam ainda os produtos de investigação-acção por mim empreendidos quanta ao ideário preconizado pelos documentos mencionados, bem como por aqueles da EAEA.

Apresentação

O ano 2017 foi considerado pela prestigiada  Associação Europeia de Educação de Adultos (EAEA) como o ano europeu de Educação de Adultos, sob o mote. “The Power and Joy of Learning”.Várias iniciativas têm sido levadas a cabo nesta linha. O actual ano é dedicado, pela mesma organização o ano das artes na promoçãoda Educação de Adultos.  Esta incidência em temáticas específicas pretende motivar os estados membros, e as organizações nãogovernamentais, a conretizarem o estipulado na CONFITEA de Belém do Pará, a partir da qual surgiu o manifesto de Aprendizagem para Adultos para o século XXI (Manifesto for Adult Learning in the 21st Century) com 7 grandes tópicos, uma versão diminuta da mencionada Agenda 2030, que apresenta os Objetivos Gerais para o Desenvolvimento (ODS).

Plano de trabalho/actividades:

O relatório passa a identificar as actividades realizadas face ao proposto no plano aprovado pelo Conselho Científico do IE (identificadas a itálico), em função dos objectivos nesse documento apresentados.[1]

  1. Escrever artigos científicos sobre cada um dos tópicos do mencionado Manifesto no que respeita à actividade formativa (2º ano curricular, com elaboração de investigação-acção no EA-EAIC), aprovados em 2017 e 2018. Para tal, várias actividades lhe estarão subjacentes:

            Recolher relatórios de teses da área de especialidade em Educação de Adultos e Intervenção Comunitária do curso de Educação (2º ciclo)

            Recolher e organizar dados utilizando como categorias de análise os tópicos da EAEA acima mencionados (http://www.eaea.org/en/policy-advocacy/2017-the-year-of-adult-education-in-europe.html)

            Analisar e reflectir sobre dimensão teórica usualmente referenciada

            Identificar mais-valias e limites de pesquisa-acção  face à finalidade desta proposta.

Comecei por recolher e analisar os relatórios de estágio acima mencionados, tendo como categorias de análise de conteúdo: «Agenda 2030»; «Objectivos de Desneolvimento Sustentável»; «ODS»; «ONU» e «EAEA». Procurei também em todas as teses menção a cada um dos objectivos do referido documento[2], que seguem antes do quadro que demonstra o resultado desta pesquisa, que implicou uma leitura de todos os relatórios, com especial atenção à biliografia referenciada (Recolher relatórios de teses da área de especialidade em Educação de Adultos e Intervenção Comunitária do curso de Educação (2º ciclo): plano de sabática)

Quadro 1-relatórios de estágio em ME-EAIC 2017-18 e ODS 

Investigações realizadas no Mestrado em Educação, especialidade Educação de Adultos e Intervenção Comunitária, face aos tópicos considerados mais pertinentes para a EA no séc. XXI pela EAEA, no ano de 2017 e 2018 TOTAL DE 34 TESES
Aluno(a)Título da TeseNúmero das páginasOrientador(a)Número do objetivo mencionado
Maria João Ferreira Faria“IntegrArte”: um projeto comunitário com famílias refugiadas35-37Prof. Dra. Maria Clara Faria Costa OliveiraTodos os 17 objetivos são citados e foca nos objetivos 1, 2, 3, 4, 5, 8, 16, e 17 para a tese. (  
Susana Gonçalves Gomes  (Re) Construindo vidas: integração de refugiados em Portugal  36-40Prof. Dra. Maria Clara Faria Costa OliveiraTodos os 17 objetivos são citados e foca nos objetivos 4, 10 e 16 para a tese.  
Marco António Gomes de Freitas  (Re)Aprender a aprender através da participação ativa: novos caminhos para a educação permanente e ao longo da vida num Centro Sénior36-38; 47Prof. Dra. Maria Clara Faria Costa Oliveira1, 3,4, 5, 8, 10 ( Não explicitado o objetivo, mas está subentendido.
Inês Saavedra Almeida Barros Mota  Percursos de conscientização em contexto de bairro social: um projeto de intervenção com crianças e jovens  156Prof. Dra. Maria Clara Faria Costa Oliveira5, 10, 12, 13
Elvira Raquel Almeida da Silva  O photovoice aplicado ao programa Housing First: dar voz à população em (ex)situação sem-abrigo  212   232 (total com pré-textuais)Prof. Dra. Maria Clara Faria Costa OliveiraNão cita os 17 objetivos – não consta nas referências. Contudo o projeto envolve implicitamente os objetivos 1, 3, 6 e 10)
    Joana Sofia Freitas Martins      Rumo à inclusão social dos idosos: um projeto educativo com idosos institucionalizados    1,11,33,65,91      Prof. Dra. Maria Clara Faria Costa Oliveira        4, 3, 13 15 e 11  (implicitamente)    
Carina Gonçalves Silva          (Re)aprender a (con)viver: do assistencialismo à emancipação          32 (identificação do documento; apreciação global e sucinta dos ODS)Prof. Dra. Mª Conceição Antunes          Mencionados globalmente, não identificados, não desenvolvidos, não articulados com a tese de modo directo      
Eduarda Macedo                         __________________ Daniela FernandesAprender a ser com música e ciência                       _____________   Aprender a envelhecer: intervenção numa universidade sénior37 (breve alusão) Nota de rodapé 7, referência bibliografica não referenciada na biliografia da tese         __________ 48,49, 87Prof. Dra. Maria Clara Faria Costa Oliveira                       ___________ Prof. Dra. Maria Clara Faria Costa Oliveira  Não mencionados, não identificados, não desenvolvidos, não articulados com a tese.                 ____________ Todos identificados; foco nos ODS 4,7,12,15; desenvolvimento e enquadramento teórico; demonstração das actividades focadas nos ODS identificados        

Da análise destes dados, e dentro dos limites apropriados a um relatório (e não a um artigo científico), salientamos:

  1. dos 34 relatórios de estágio defendidos publicamente, apenas 9 contemplam a Agenda 2030, de modos diferenciados; em alguns casos, de modo muito sucinto, ou até mesmo apenas enunciado (relatórios 7 e 8); outros relacionam ODS específicos de forma directa com o trabalho desenvolvido (relatórios 3, 4 e 6), um (com relatório de estágio iniciado em anos anteriores a 2017) está todo estuturado em torno dos ODS, sem no entanto os mencionar (relatório 5); 2 relatórios mencionam todos os ODS e vinculam às actividades de estágio os ODS mais apropriados (relatórios 1, 2, 9). 
  2. O público alvo abrangido foram idosos (5 relatórios), migrantes/refugiados (2), sem-abrigo (1); crianças e jovens de bairro social (1)
  3. A supervisão dos relatórios em causa foi assegurada apenas por 2 docentes de ME, do DTEEAF, ao qual a especialidade EAIC se encontra vinculada, sendo 8 deles de reponsaiidade da autora deste relatóro, e um da actual direcora de ME.

Analisar e reflectir sobre dimensão teórica usualmente referenciada

Muitos membros externos de júris desta área de espceialidade de ME se têm referido à bibliografia dos relatórios como sendo ‘caseira’, ou seja: usualmente os alunos referenciam bibliografia de autores da UMINHO, ou autores que estes referenciam seus textos publicados, e provavelmente leccionados, nas aulas. Se isto é compreensível, uma visão investigativa revela-se como uma lacuna nos relatórios em causa, pelo que deve haver um esforço por parte dos supervisores em salientar esse esforço, que tem que ser feito por parte dos mestrandos.

No que se refere ao documento a que este relatório se vincula, ele foi indicado como o mais actual nas aulas de projecto-seminário do 1º ciclo das licenciaturas, e foi debatido nas aulas. No entanto, o seu uso nos docucmentos é muito parco, em termos quantitativos, sendo que nos 9 relatórios que o mencionam, vários deles o fazem de modo não aprofundado, nem relacionado com a sua pesquisa.

Muitos alunos deste Mestrado fizeram o 1º ciclo em outras licenciaturas, pelo que a formação em projecto–seminário lhes é lcunar; considero muito importante que frequentem, nestes casos, sempre que possível esta uc do 1º ciclo do curso de Educação, para que lhes possibilite acesso, quer a conceitos que têm que utilizar na estrutura do relatório de estágio, a priori definida pelos orgãos de ME, bem como para os estimular a investigar e testumunhar aplicação do corpo teórico na sua prática profissionalizante; isso ocorreu com a mestre do relatório 9 do Quadro 1, e o resultado  foi francamente positivo.

Existe, incluindo na tipologia de alunos mencionados, um resvalar contínuo para a descrição de várias ou de algumas, CONFITEAS (Conferências Internacionais de Educaçao de Adultos, no âmbito da UNESCO), como se fosse um mantra obrigatório a recitar para a realização do 2º ciclo desta especialidade neste mestrado. A maior parte dos 34 relatórios revelam dificuldade em seleccionar as CONFITEAS e o conteúdo concreto adequado ao projecto de investigação-acção que realizam. Todos os outros, que não estes 9, não entenderam a pertinência do documento da Agenda 2030, como estando em contuinuidade com as CONFITEAS, e como sendo o mais actual, para a sua área profissional (EAEA, 2020; ONU, 2019)..

Existe usualmente uma lacuna da leitura destes, e outros documentos, que se verificam nos vários relatórios. Diria que há uma falta de aprofundamento das questões levantadas por esses documentos, incluindo as CONFITEA. Assim sendo, recomendo um focalização dos docentes na valorização deste documento, ainda que críítica, dado que o estado pandémico no qual nos encontramos tem vindo a revelar o não cumprimento dos seus objectivos, e o agravar da urgência para que o sejam (AAVV, 2020).

Outra deficência teórica de actualização bibliográfica respeita muitas outras temáticas, mas saliento apenas duas, até por tal não ser a finalidade deste relatório: a bibliografia utilizada sobre animação e sobre envelhecimento é francamente desactualizada, sobretudo no que diz respeito a documentos internacionais dos quais Portugal é signatário, devendo ainda mencionar a extema deficência na revisaõ bibliográfica actualizada de artigos nacionais e internacionais sobre estas duas temáticas, em especial.

Dos 9 relatórios acima mencionados, a maioria reinvidica com clareza a sua pesquisa-ação no âmbito do paradigma da complexidade, que se instaura cada vez mais na produção de conhecimento humano, nomeadamente na ciência. Continuar a apelidá-lo de «paradigma emergente», como Boaventura, deixou de fazer sentido, quarenta anos depois. A fundamentação epistemológica destes relatórios encontra-se usualmente bem estruturada, do mais golobal para o o mais particular (paradigma-metodologia-métodos-técnicas). A maioria dos relatórios, porém, possui incongruências epistemológicas ao nível metodológico, que se reflectem obviamente na construção de todo o relatório, e na compreensão epistémica das concequências de aplicação de investigação-acção (que tanto surge como paradigma, metodologia ou métodos). O maior problema que encontrámos é a falta de coerência epistemológica, independentemente do paradigma escolhido. Penso que tal revela a multidisciplinaridade da formação de nossos alunos, mas que só é uma mais-valia quando cada docente contextualizar os seus conceitos investigacionais numa área do saber específica, e na história dessa mesma área, o que vivamente recomendamos. Tal possibilitaria uma maior garantia de coerência teórica nos relatórios desta área de mestrado. Nesse sentido, foi escrito um artigo que ajude a colmatar estes problemas encontrados (Saavedra; Oliveira, 2019).

Identificar mais-valias e limites de pesquisa-acção  face à finalidade desta proposta.

Construir projectos de investigação-ação embasados nos objectivos e metas da Agenda 2030 colocaria a UMINHO numa dimensão investigativa mais reconhecida internacionalmente (é praticamente nula a existência de alunos estrangeiros), nomeadamente com a divulgação de seus trabalhos nas plataformas internacionais da área, onde a ausência de projectos de educação não formal de adultos é quase total, sendo cada vez mais requerida face à pandemia.Tal implicaria também uma epistemologia holista (Oliveira, 2013) que o próprio documento apresenta e defende, que se apresenta inveitável na pesquisa-ação, no mundo científico actual.

Os maiores limites à proposta penso ser uma articualação, decorrente de uma discussão, de conteúdos programáticos e biliográficos entre docentes da área, que tentei empreender quando dela fui coordenadora, sem sucesso. Outro limite é a falta de visão internacional, e até europeia, de nossos mestrandos, que deveria ser promovid pela nossa instituição.

2- Produzir um ou dois artigos científicos(em parceria com colegas brasileiros) que comparem os dois tópicos mais relevantes na UMINHO, UFERSA e UFSM (RS).

Por questões de ordem financeira, a deslocação prevista no plano de sabática ao Brasil não foi possível de se efectuar, dados os cortes financeiros das agências de invvestigação nacionais e brasileiras. No entanto, a realização de um pós-doc por mim supervisionado por colega da UFERSA permitiu a colaboração prevista com essa instituição, especialmente no que se refere os ODS 1,2,4,10, 16 e 17 ..

Foi também implementada a colaboração, no âmbito desta sabática, com colegas de universidades do RS, Brasil, nomeadamente da UNISC e com uma ONG sediada em Santa Catarina.

A minha integração como membro efectivo do grupo de investigação EHum2 (coordenado por Orlando Grossegesse), e o trabalho de parceria empreendido por colegas das instituições mencionadas, possibilitou a minha integração na Comissão Organizadora de Congresso Internacional Humanity on the move, previsto para 2019, e que se encontra adiado para 2021, devido à pandemia. De minha parceria de pesquisa com colegas da UNISC (RS) se garantiu a presença de colega Cesar Goes e da presidente da ONG Bruna Katdez como coordenadores de mesa e como oradores (tal como eu) no mesmo congresso. (cfr. http://ceh.ilch.uminho.pt/ehum2m/?page_id=173&lang=pt). Como resultado do trabalho destas parcerias, construiu-se a apresentação em comum para o referido congresso que aguarda formato definitivo para a data de realização do congresso, entretanto adiado, como já menionado, comtemplando o ODS 17.

3- Incidir a investigação na vertente Educação para a Paz, nomeadamente quanto à integração de refugiados pela vertente lúdico-pedagógica, nomeadamente pela arte e saberes humanistas, do qual resultará a escrita de capítulos de livros.

Foram redigidos os seguintes artigos, alguns deles incluindo Mestres desta área de especialização, estando alguns publicados, outros no prelo, e outros em fase de avaliação, como se menciona a seguir. Saliento que aqueles com data posterior à data da sabática deste relatório, foram redigidos nesse ano, ou foi então que foram recolhidos os dados para a redacção dos mesmos.

Directamente relacionados com a Educação para a Paz:

Capítulos de livros

Oliveira, C.C. (2018). Cared for mourning- related suffering. Demoly, K., Lima, F. et allli (2018). Redes de cuidado e de aprendizagem na saúde mental e na educação. UFERSA: UNIJUI.

Oliveira, C.C. (2018). Educação para a paz: contributos das Humanidades aliadas à educação não formal e informal. Barros, Eliana et alli (2018). Educação para a Paz. Práticas educativas. https://www.ucs.br/site/midia/arquivos/ebook-praticaseducativas.pdf?fbclid=IwAR0pNENyyvCzAblKUARFjcERkYrpp3rM29We0-dQENnoMm7phBkjiwrtLAkwww.ucs.br

Oliveira, C. C. (2020). Sofrimento e inclusão de refugiados em Portugal, no prelo (Sta Cruz do Sul,Brasil).

Artigos:

Faria, M., & Oliveira, C. (2020). Integração não-formal de migrantes e refugiados em Portugal – Projeto Integrararte. Reflexão e Ação, 28(3), 5-21.

Oliveira, C. C. (2019). Um estudo de caso interrompido de intervenção com refugiados em portugal: o caso em estudo em forma de relato de investigação-acção. Anais do IV seminário internacional de políticas públicas, intersetorialidade e família. Porto Alegre: UPRS. ISBN 978-65-5623-002-3.

Oliveira, C. C. (2019). Refugiados em Portugal: aproximações e conclusões de um estudo de caso interrompido.  Anais do IV seminário internacional de políticas públicas, intersetorialidade e família. Porto Alegre: UPRS SBN 978-65-5623-002-3.

Oliveira, C. C. (2019). Um-estudo-de-caso-de-integracao-interrompida-de-refugiados-em-Portugal

Oliveira, C. C. (2019). Um-estudo-de-caso-de-integracao-interrompida-de-refugiados-em-portugal. Academia.edu. https://www.academia.edu/

Oliveira, C. C. (2020). Sofrimento e integração de refugiados em Portugal. I Congresso Internacional de Saúde Mental e Práticas Sociais (no prelo, por convite).

Salad, A., Oliveira, C. C. (2019) A LIFE ON THE RUN: Insights, Experiences, Disappointments and Happiness (em avaliação)

Documentos relacionados com outros ODS

Oliveira, C. C (2020). Pré-conceitos e inovação: propostas para uma história do futuro de cuidados continuados. As Misericórdias: desafios e trajetórias no tempo longa da História (no prelo; por convite) – ODS 3,4

Saavedra, I., Oliveira, C. C. (2019). Filosofia da Educação não formal complexa e interventiva.

Filosofia e Educação, 1 (3): 509-534. ODS 4.

Saavedra, I., Oliveira, C. C. Nobre, A. (2020). Ciência na construção de um projeto de intervenção

 com crianças e jovens em exclusão social (em avaliação) – ODS 1,4, 5,10, 11, 12.

Silva, A., Oliveira, C. C. (2018). Semear para colher. Boletim da Saúde, vol. 25, nº 2: 127-141.– ODS 1,8, 8, 10,11, 12, 16.

Encarnação, P. Oliveira, C. C., Martins, T.  (2018). Psychometric Properties of the Suffering Assessment Questionnaire in Adults with Chronic Diseases or Life-Threatening Illness (SAQ). Journal: Scandinavian Journal of Caring Sciences, 32(4), p. 1279-1287 (versão papel) – ODS 3.

Encarnação, P. Martins, T, Oliveira, C.C. (2018). Suffering, a Concept Present in Non-Cancer Patients: Multiple Sclerosis Patients. International Journal of Caring Sciences. ODS 3.

Encarnação, P. Martins, T, Oliveira, C.C. (2018). Psychometric Properties of the Suffering Assessment Questionnaire in Adults with Chronic Diseases or Life-Threatening Illness (SAQ).Journal Scandinavian Journal of Caring Sciences (versão on line) –ODS 3.

Fernandes, D., Oliveira, C. C. (2018). Aprender a Envelhecer: intervenção numa Universidade Sénior. AGEING CONGRESS 2018. Congresso internacional sobre envelhecimento, Coimbra, pp. 515-525. –  ODS 3,4,6,12, 15, 17

Fernandes, D., Oliveira, C. C., Nobre, A. (2018). Universidade Sénior: Ciência em educação não-formal. AGEING CONGRESS 2018. Congresso internacional sobre envelhecimento, Coimbra, pp.. 143-153- ODS 3,4,5,7,10,12, 15,17.

Poster

Oliveira, C. C., Nobre, A. (2019). A Ciência é para todos, os públicos menos evidentes incluídos. 7.º Congresso de Comunicação de Ciência da Rede SciComPT

Outros documentos

A Fé pode diminuir o sofrimento em pessoas com Esclerose Múltipla. https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1027531570771499&set=a.541675932690401&type=3&theater. Jornal Uminho. 1 de abril. âmbito nacion Um-estudo-de-caso-de-integracao-interrompida-de-refugiados-em-portugal

https://semanariov.pt/2019/11/06/mentora-do-projeto-com-familias-refugiadas-integrarte-encantou-no-the-voice/?fbclid=IwAR0y8syiR2HY7J7rFneaSUrZkUNLE-rPLmSYWV2Bl4aWv5XApRpPLqhjhPw Maria João foi ao the voice. Não virou cadeiras mas comoveu com vicencia junto de refugiados. https://ominho.pt/maria-joao-faria-foi-ao-the-voice-nao-virou-cadeiras-mas-comoveu-com-vivencia-junto-de-refugiados/. Co Obrigado Maria João, nunca desistas do teu sonho!. https://www.facebook.com/thevoiceportugal/?__tn__=kCH-R3.g&eid=ARC0TjGy3x9IgV0WWjpXV6LZod9QxG2pyAINCLEpH-. m6oVY2DzPZ_dvfsEzPlZEVY9Up TQrSSvHs&fref=nf&__xts__[0]=68.ARCrsLOAIAsnMj8S31tz4bGzjVvBechPzi31qCPEvMu9027Vnpe_xb1klfXvuTepWoG36z29d5G43S8EXKLlP1G2wgzHkWsTGktXvR0FCVD7TvenTyMXjOkJ4SyKrJMbKQXw9l_ESiOjlVwJqYCXxIGkjRIY_aslB2N2JV56DY_EV1gYbmdFtm2a9g7GvRbdqpe3VVol2XUsEXLTaEmEB21ZGcfv5EHK-El_iz3Vy1I0TsWkQWug. The Voice.

Mentora do projeto com famílias refugiadas IntegrArte, encantou no The Voice. https://semanariov.pt/2019/11/06/mentora-do-projeto-com-familias-refugiadas-integrarte-encantou-no-the-voice/. Semanário V.

4. Participação em Seminários, Congressos, Oficinas, Rodas de conversa, etc, que versem a temática desta sabática.

Actividades Científicas:

Revisora da obra Histórias da Ajudaris – Da minha janela. 2ª edição. Ajudaris (no prelo).

Comissão Científica de I Congresso Internacional de Saúde Mental e Práticas Sociais, UNISC, 2020.

Membro integrado do CEHUM no grupo EHum2 -coord. Orlndo Grossegesse

Membro efectivo de STOL – Science Through Our Lives – ECUM – coord. de Alexandra Nobre

Membro da APCEP

Membro de Projecto colaborativo Tabela Periódica em Crochê- coord. de Alexandra Nobre

Investigadora da UFERSA – Oficinando em Rede (Brasil)

Investigadora de pesquisa em Realidade, exclusão e cidadania na Terceira Idade- UNISC (Brasil)

Seminario Educação de Adultos e Intervenção comunitária – Membro da Comissão Científica e da Comissão Organizadora – IEUMINHO

Membro da Comissão Científica das revistas peer review: Revista Portuguesa de Filosofia; Revista Onco NewsRevista Reflexão e Ação.

Pareceres para revistas peer review com índice de impacto: Revista Brasileira de Educação; Annals of the International Communication Association;  DiaCrítica ; Revista Portuguesa de Educação.

Supervisão científica dos seguintes projectos de Mestrado em Educação –EAIC:

(Vi)Ver Mais: A realidade silenciada pela dependência. 2- (Re)Aprender a aprender através da participação ativa: novos caminhos para a educação permanente e ao longo da vida num Centro Sénior. 3. Rumo à inclusão social dos idosos: um projeto educativo com idosos institucionalizados. 4- Aprender a ser com música e ciência. 4- Re)Construindo vidas: integração de refugiados em Portugal. 5- IntegrArte: um projecto comunitário com famílias refugiadas. coordenadora. 6- Percursos de conscientização em contexto de bairro social: um projeto de intervenção com crianças e jovens. 7. Aprender a envelhecer: intervenção numa Universidade Sénior; 8- Elizabete Martins. ME-EAIC. UMINHO. (Vi)Ver Mais: A realidade silenciada pela dependência; 9- . Elvira Raquel Silva. Photovoice applied to the housing first programme: giving voice to (ex)homeless people.

Cursos breves:

  1. Educação para a saúde e não para a doença, curso breve. COM ALMA
  2.  Comunicação por linguagens não verbais- COM ALMA.
  3. Corpoalma -Expressão de emoções. curso breve. COM ALMA.
  4. Formação certificada em comunicação não verbal- -12 h . Associação Convívio, Guimaraes. Formadora: Clara Costa Oliveira.
  5. Formação certificada em Luto de mortos e de vivos -12 h. Associação Convívio, Guimaraes. Formadora: Clara Costa Oliveira.
  6. Formação certificada em comunicação não verbal–12 h . Associação Convívio, Guimaraes. Formadora: Clara Costa Oliveira.
  7. Formação certificada em Luto de mortos e de vivos12 h. Associação Convívio, Guimaraes.
  8. Educação para a saúde e não para a doença, curso breve. COM ALMA
  9.  Comunicação por linguagens não verbais- COM ALMA.
  10. Corpoalma -Expressão de emoções. curso breve. COM ALMA.
  11. Formação certificada em comunicação não verbal- -12 h . Associação Convívio, Guimaraes. Formadora: Clara Costa Oliveira.
  12. Formação certificada em Luto de mortos e de vivo -12 h. Associação Convívio, Guimaraes. Formadora: Clara Costa Oliveira.
  13. Formação certificada em comunicação não verbal–12 h . Associação Convívio, Guimaraes. Formadora: Clara Costa Oliveira.
  14. Formação certificada em Luto de mortos e de vivos12 h. Associação Convívio, Guimaraes.

Provas de Mestrado/Doutoramento/ Pós-doc

UMINHO. Supervisora de Karla Demoly. Práticas de cuidado e aprendizagem na experiência de refugiados em ambientes de educação não formal, pósdoutoramento, Filosofia da Educação, UMINHO.

UTAD. Membro e arguente do doutoramento em ciências da educação, especialidade educação para a saúde. Michelle Ponte. O processo de adaptação ao ensino superior: fatores associados ao rendimento académico e a qualidade de vida de estudantes universitários.

Presidente de Juri, e arguente, das seguintes teses de ME-EAIC, da UMINHO:

Elizabete Martins. ME-EAIC. UMINHO. (Vi)Ver Mais: A realidade silenciada pela dependência.

Maria do Rosário Cardoso. Corpo e mente em ação: desafios e horizontes.

Elvira Raquel Silva. Photovoice applied to the housing first programme: giving voice to (ex)homeless people.

Marco Freitas. (Re)Aprender a aprender através da participação ativa: novos caminhos para a educação permanente e ao longo da vida num Centro Sénior.

Rumo à inclusão social dos idosos: um projeto educativo com idosos institucionalizados.

Eduarda Macedo. Aprender a ser com música e ciência.

Susana Gomes. (Re)Construindo vidas: integração de refugiados em Portugal.

Maria João Faria. IntegrArte: um projecto comunitário com famílias refugiadas. coordenadora.

Inês Saavedra. Percursos de conscientização em contexto de bairro social: um projeto de intervenção com crianças e jovens.

Daniela Fernandes. Aprender a envelhecer: intervenção numa Universidade Sénior.

Comunicações orais:

A Ciência é para todos, os públicos menos evidentes incluídos. 7.º Congresso de Comunicação de Ciência da Rede SciComPT

Aprender a Envelhecer: intervenção numa Universidade Sénior. AGEING CONGRESS 2018. CONGRESSO INTERNACIONAL SOBRE ENVELHECIMENTO, Coimbra

Pré-conceitos e inovação: propostas para uma história do futuro de cuidados continuados. As Misericórdias: desafios e trajetórias no tempo longa da História

Projeto IntegrARTE. comunicação livre por aceitação de proposta, Co-autoria; Conferences on Humanitarian Action and Cooperation for Development; Porto.

Desafios dos cuidadores informais.por convite da organização. comunicação livre. XXVII Semana de Psicologia e de Ciências da Educação. Universidade do Porto.

O luto de si próprio nas doenças cronicas. por convite da organização.. Workshop  Jornada educação para a morte. Seminário Maior de Viseu.

Pré-conceitos e inovação em cuidados humano. por convite da organização. Conferência. Congresso nacional da Santa Casa da Misericordia Braga.

Felicidade: é para hoje ou para amanha? por convite da organização. Conf. Inaugural da univ senior da 3ª idade da Povoa de Varzim.

Tabela Periódica em croché, uma grande ideia. Literalmente!. 7.º Congresso de Comunicação de Ciência da Rede SciComPT. por aceitação de proposta, co-autoria.

Ser Idoso na Era Digital- Dia Mundial da Sociedade da Informação. por convite da organização.O Indivíduo na Sociedade da Informação. Vila Verde-Braga.

Gestão de emoções: entre a compaixão e a indiferença. workshop por convite. Centro social.Trofa.

Dor e sofrimento, na UTAD. Mestrado em Ciências da Educação- Cuidados Paliativos.

Espiritualidade e Multiculturalidade. Mestrado em Ciências da Educação- Cuidados Paliativos.

O que une as pricipais religioes- Dia Internacional do Refugiado. CLIB

Solidao versus isolamento social. A outra face do envelhecimento., por convite. Jornada sobre Envelhecimento. CM Famalicao.

EPALE discussao on line sobre Integraçao de refugiados

Juris de selecção:

Vogal de júri de selecção de candidatos a ME-EAIC, 1ª fase. Vogal de júri de selecção de candidatos a ME-EAIC, 2ª fase

EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA

Mentora do ACM (Alto Comissariado para as Migrações); Acompanhamento e promoção de integração de uma família de refugiados políticos em Braga, Portugal, mais de 30 sessões; presente em 3 reuniões (2 no Porto, uma em Braga), com representantes da ACM).

Professora Honorária da Universidade Senior da Póvoa de Varzim.

Tabela Periódica em Croché – STOL; Elaboração e composição Projecto colaborativo. Exposta (cada local 1 mês) em Braga (Bragaparque), Univ Porto, Univ. Aveiro, Univ. de Lisboa, Museu Ciência Viva-Lisboa, Fundação Champalimaud https://www.facebook.com/groups/903168146553178/

Familia do lado. (Comissão Organizadora). CLIB- SPEAK -ACM.

Habitat for Humanity de Braga – Membro da Comissao Familias.

SPEAK – Braga -Mentora de português , inglês e francês a migrantes e refugiados; 3 meses. Participação em várias sesões de EXCHANGE LANGUAGES; Dinamizadora de danças circulares no 1º aniversário desta instituição em Braga.

CLIB/PAR – Língua portuguesa –clib 2h semanais –9 meses;

CLIB/PAR- educação não formal de adultos refugiados turcos:  historia das religioes; linguagem não verbal da cultura portuguesa; como se formou a língua portuguesa; as grandes religiões do mundo; os povos que habitaram Portugal; as línguas que formaram o português actual; aconselhamento legal de migrantes e refugiados (SPEAK; CLIB/PAR; UMINHO; ACM).

Dinamizadora e coreógrafa em- Danças circulares de todo o mundo;  ACM; CLIB/PAR

ACM/CLIB/SPEAK. Familia do lado – animadora

Animadora. Pôr a mao na massa CLIB/HABITAT.

Animadora.CLIB. Summer fete. Jornada.

Dinamizadora Regional. Univ. senior 3ª idade Vieira do Minho. Encontro intergeracional.

Formação

Formadora. COM ALMA,. Habitat for Humanity de Braga, Junta de Freguesia de Palmeira em Danças Circulares

Formadora. Habitat for Humanity de Braga, Junta de Freguesia de Palmeira em Yoga e Meditação.

Formadora. Habitat for Humanity de Braga, Dança contemporânea expressionista +20.

5. Breves Considerações Finais


[1] – Estudar a investigação realizada no Mestrado em Educação, especialidade Educação de Adultos e Intervenção Comunitária, face aos tópicos considerados mais pertinentes para a EA no séc. XXI pela EAEA, no ano de 2017 e 2018;  Apontar mais-valias e debilidades de projeção no futuro da Educação de Adultos na oferta formativa de ME-AIC face aos tópicos considerados mais pertinentes para a EA no séc. XXI pela EAEA; Colaborar na compreensão da concretização de alguns destes tópicos na investigação em três universidades brasileiras, com as quais a UMINHO possui protocolos formais e com as quais colaboro em projectos de pesquisa que abrangem alguns dos tópicos mencionados.; partilhar dados recolhidos na UMINHO com os obtidos nas universidades brasileiras com vista a melhorar a formação académica de profissionais em educação, tendo em conta a especificidade dos sistemas educativos de cada país, demográficas, etc

[2] Objetivo 1: Acabar com a pobreza em todas as suas formas, em todos os lugares

Objetivo 2: Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável

Objetivo 3: Assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as idades

Objetivo 4: Assegurar a educação inclusiva, equitativa e de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos

Objetivo 5: Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas

Objetivo 6: Assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todos.

Objetivo 7: Assegurar o acesso confiável, sustentável, moderno e a preço acessível à energia para todos

Objetivo 8: Promover o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável, emprego pleno e produtivo e trabalho decente para todos

Objetivo 9: Construir infraestruturas resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável e fomentar a inovação

Objetivo 10: Reduzir a desigualdade dentro dos países e entre eles

Objetivo 11. Tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis

Objetivo 12. Assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis

Objetivo 13. Tomar medidas urgentes para combater a mudança climática e seus impactos[2]

Objetivo 14. Conservação e uso sustentável dos oceanos, dos mares e dos recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável

Objetivo 15. Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra e deter a perda de biodiversidade

Objetivo 16. Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis

Objetivo 17. Fortalecer os meios de implementação e revitalizar a parceria global para o desenvolvimento sustentável

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